Sem categoria

Semente Cristal e Chandra Lacombe gravam o single Sol Interior

novembro 8, 2018

A Semente Cristal lança o single SOL INTERIOR com a participação do músico Chandra Lacombe. Este trabalho marca uma nova fase para o grupo, que comemora, neste ano, 10 anos de carreira. Com três álbuns lançados, o grupo se prepara, com este single, para uma nova onda de produções, com as já conhecidas canções que mesclam a língua Sânscrito com o Português, agora a novidade são os mantras em Gurumuki da tradição KundaliniYoga.

     

O cantor e compositor Adriano Porto que data suas composições de mais de 20 anos, agora se prepara para gravar diversas delas em estúdio.
Sol Interior traz uma mensagem reflexiva, a letra é um convite p ara se relembrar da natureza divina quanto chama espiritual que habita os seres humanos, a canção celebra também a união de todos os povos por meio dos instrumentos originários da África, Ásia Oriental e América numa sonoridade expansiva que comemora a vida em toda sua potência.
O single foi gravado no Estúdio Rumi, com direção musical da Cipó Records.

 

Ficha técnica : 

Direção Musical: Ivini ferraz

Assistencia de  direção: Flávia Miranda

Mix e masterização: Xico Leite

Camera e Fotografia : Wagner Braga

Assistente de produção: Felipe Lila

Músicos: Adriano Porto (Voz, Harmonio e violão) Caio Oliveira (percussão), Vania Saunitti Porto (Kartalas), Jacksom Humberto (Guitarras) Ivini Ferraz: Baixo e Guitarra

Participação especial: Voz, Kalimba e vaso: Chandra Lacombe

Para adquirir albuns de Chandra Lacombe conheça a pagina do artista

CONFIRA A GRAVAÇÃO

Semente Cristal e Chandra Lacombe gravam o single Sol Interior

 

crowdfunding

Gama Junior lança campanha de crowdfunding para o próximo álbum!

dezembro 26, 2017

O musico nordestino Gama Jr. acaba de lançar sua campanhas para  gravação do álbum  “Faz o que te faz bem”, a frase que parece um mantra, permeia a ideia que conduz o trabalho e mais parece o resumo da jornada musical do artista, que sempre foi comprometido com a cultura da paz.

Promover a cultura da paz, celebrar a nossa diversidade cultural e estar comprometido com uma música de qualidade, são alguns motivos para que essa campanha seja um sucesso!

Neste novo CD, Gama Junior conta com a colaboração de compositores alagoanos, como Arnaud Borges, Demis Santana, Cosme Rogério, Jurandir Bozo, além de ter músicas de sua autoria celebrando a diversidade cultural que tanto ama, o musico passeia pelo maracatu, coco de roda, ijexá, mas sem perder a sacralidade do bem e do amor que une todos os seres.

Confira o link da Campanha e contribua com artistas da música espiritual brasileira!

https://www.kickante.com.br/campanhas/gravacaolancamento-do-cd-faz-que-te-faz-bem

Conheça os outros Cds produzidos por Gama Júnior!!

 

 

Artigos musicais

Música de Ayahuasca

agosto 22, 2017

musica-ayahuscaMúsica brasileira de Ayahuasca

Resenha do livro : a música brasileira de ayahuasca e a música de feitiçaria no Brasil

(*) Arneide Bandeira Cemin (**) “…

A música é uma parceira instintiva, imediata e necessária, tanto das práticas da alta magia das civilizações espirituais, como da baixa feitiçaria das civilizações naturais…” (Mário de Andrade).

O livro de Beatriz Caiuby Labate e Gustavo Pacheco,

A música brasileira de ayahuasca, Mercado de Letras; apresentando a qualidade e o cuidado que caracterizam os autores, é um feliz acontecimento editorial.

A obra, de fácil, agradável e esclarecedora leitura inicia com uma apresentação dos autores, seguida de prefácio de José Jorge de Carvalho, que indaga: “… será a música então, poderosa apenas quando é ritualmente permitida e impotente quando não é chamada? (p. 06).

Na introdução os autores esclarecem que o objetivo do trabalho é oferecer uma visão panorâmica sobre o tema, enfocando o papel da música naquilo que concerne à experiência religiosa, bem como, esclarecer o que há de comum e de específico às duas vertentes mais conhecidas das religiões ayahuasqueiras no Brasil e em outros países: o Santo Daime e a União do Vegetal.

Dedicam um tópico sobre metodologia e ética, que além de ressaltar uma questão importante na relação dos pesquisadores com a União do Vegetal, até então caracterizada por exigência de controle dessa instituição sobre o que é produzido a respeito de si; indagam acerca do quanto essa tensão pode contribuir para os limites entre a ética dos pesquisadores e o controle institucional dos grupos religiosos.

Como equilibrar cientificidade com as atitudes de respeito ao sigilo requerido pelo esoterismo estabelecido pela instituição religiosa, quando organizada por graus iniciáticos que propiciam certos conhecimentos restritos aos membros iniciados e apenas a eles?

Outra questão pertinente que os autores propõem, é sobre a dimensão da experiência religiosa que afeta os pesquisadores em seus trajetos de pesquisa com a ayahuasca, e que não são expostas em suas etnografias.

Os capítulos que caracterizam a vertente do Santo Daime e da União do Vegetal fornecem informações detalhadas sobre as origens, os desenvolvimentos e as características organizacionais e rituais de cada vertente, constituindo excelente  introdução aos que iniciam leituras sobre o tema e, aos pesquisadores, fornece síntese daquilo que já se escreveu sobre o assunto, permitindo um bom acompanhamento da evolução dos estudos.

No tópico sobre as matrizes comuns ao Santo Daime e à União do Vegetal no que diz respeito aos tipos e usos da música, os autores situam as tradições indígenas e caboclas, as expressões do catolicismo popular da Amazônia e do Nordeste, bem como, a tradição esotérica européia e seu modo de dispersão sobre o campo da religiosidade popular no país. Indicam que as músicas explicitam o modo das relações de gênero em ambas as vertentes e remetem para a obra de CEMIN (1988; 2001); o tratamento dessa questão no CICLU/Alto Santo (AC) e no CECLU/ Porto Velho (RO).

Em “Matrizes comuns, abordagens diferentes”, os autores elucidam o modo pelo qual a música é instrumento de construção de valores doutrinários nos grupos religiosos, evidenciando que na União do Vegetal a música é usada de modo pontual, coerente com “uma verdadeira economia simbólica da palavra” (p. 40) naquele agrupamento, em contraste com o Santo Daime que se caracteriza como um culto essencialmente musical, conforme registrado pelo conjunto de pesquisadores, fato reconhecido por LABATE e PACHECO. Para estes autores, haveria um “tom” mais emocional no Santo Daime, em contraste com uma racionalidade maior na União do Vegetal, de tal modo que, no campo da experiência corporal e da musicalidade e seus modos de usos, eles sintetizam essa idéia nas categorias nativas “gravar no coração” e “gravar na memória”.

Os autores detalham os modos de recebimento dos hinos, inclusive em outras línguas, caso dos núcleos de ambas as vertentes no exterior. Naquilo que concerne ao Santo Daime, destacam a proliferação de hinos “recebidos do astral”; enquanto na União do Vegetal constam poucas “chamadas” recebidas espiritualmente, sendo largamente utilizadas músicas profanas, sacralizadas pela escolha dos mestres que analisam suas mensagens; sendo a audição das mesmas nos rituais também determinadas pelos dirigentes.

Em a “A música e a experiência ayahuasqueira”, última parte do livro, os autores iniciam por esclarecer a controvérsia acerca das classificações biomédicas, nativas e antropológicas acerca da denominação: se “alucinógeno” ou “enteógeno; além de continuar o detalhamento das distinções entre os dois grupos, esclarecendo aspectos técnicos da análise musical, sem sobrecarregar o texto com conceitos inalcançáveis para os não especialistas, de modo que a abordagem técnica não compromete a clareza do texto para o grande público. Ficamos esclarecidos sobre as diferentes maneiras pelas  quais a música estrutura a experiência religiosa.

Os autores afirmam que a análise musical “parece explicitar que há mais continuidade entre estes grupos do que a autorepresentação de cada um deles parece querer fazer valer” (p. 52). Enfocando a epígrafe que abre esta resenha, considero que LABATE e PACHECO retomam, sem intencionalidade, um projeto iniciado por Mário de Andrade.

Digo sem intencionalidade, visto que o autor não é mencionado na obra, não constando mesmo da bibliografia. Entretanto, valeria à pena, em nova edição do texto, um contraponto entre Mário de Andrade, em obras tais como “Música de Deus”, “Geografia Religiosa do Brasil” e o precioso “Música de feitiçaria no Brasil” (este último organizado por Oneyda Alvarenga). Nesta obra, o autor distingue e analisa as diferenças técnicas e sociológicas das diversas expressões religiosas no Brasil, além de elucidar o seu valor moral, desde os gregos, passando pelo cristianismo: “ora, se a música é assim divina, e provinda de Deus que a ensina ao homem, nada mais conseqüente do que imaginá-la dotada de qualidades extra-físicas.

A mais importante é a de lhe atribuir força moral…”. (ANDRADE, 1941/1983, p. 48). A obra de Mário de Andrade apresenta, ainda, partituras das músicas de Catimbó, além de notas etnográficas sobre os mestres interlocutores do autor em sua pesquisa de campo; além de notas diversas. O contraponto interessa porque Mário de Andrade trata da tradição ameríndia também na linha da “Jurema”, esclarecendo o que unifica a pajelança, a linha de mesa, o candomblé de caboclo, o catimbó, entre outras expressões da religiosidade brasileira.

O que há de comum entre “A música de ayahuasca” e as obras de Andrade aqui referidas, é a etnografia cuidadosa, o conhecimento do assunto e a conclusão, pois LABATE e PACHECO afirmam ao final que “não é possível separar pessoa, substância e música: os espíritos, os mestres e a ayahuasca se comunicam por meio da música” (p. 53). Em cerca de cento e vinte páginas (formato livro de bolso), os autores vão de questões éticas e metodológicas, passando por sínteses de dados etnográficos próprios e de outros pesquisadores, inovando no campo dos estudos sobre a ayahuasca, ao tratar de modo específico das características musicais e seus modos de usos em cada grupo e em suas extensões para fora do país, esclarecendo similaridades, diferenças e superposições. “A música de ayahuasca no Brasil”, vale por tudo isso, e pelo prazer da  leitura pessoal, que certamente falará a cada um em ritmo próprio; mas com certeza, em belas harmonias.

Bibliografia ANDRADE, Mário. Música de feitiçaria no Brasil, Belo Horizonte/Brasília, Editora Itatiaia Limitada/Instituto Nacional do Livro/Fundação Nacional Pró-Memória, 1983. CEMIN, Arneide Bandeira. Ordem, Xamanismo e Dádiva: o Poder do Santo Daime. Tese de Doutorado em Antropologia, USP, 1998. CEMIN, Arneide Bandeira. Ordem, Xamanismo e Dádiva: o Poder do Santo Daime. São Paulo, Terceira Margem, 2001. CEMIN, Arneide Bandeira. O livro sagrado do Santo Daime. http://br.monografias.com/trabalhos903/livro-sagrado-santo-daime/livro-sagrado-santodaime.shtml. Acessado em 28/11/2009. —- (*) Labate, Beatriz Caiuby e Pacheco, Gustavo. Música Brasileira de Ayahuasca. Campinas, Mercado de Letras, 2009. (**) Doutora em Antropologia Social (USP), Professora do Departamento de Ciências Sociais e do Mestrado em Desenvolvimento Regional e Meio Ambiente, da Universidade Federal de Rondônia

Artigos musicais

Música Indígena Brasileira e suas influências

agosto 6, 2017

Música Indígena Brasileira e suas influências

por Ivini Ferraz

A música indígena está presente nas diversas manifestações culturais e sociais brasileiras seja nos rituais de magia e cura ou nos  arranjos da nossa música popular brasileira, nosso cancioneiro propriamente dito.  Nas festas das aldeias, nas comunidades caiçaras e ribeirinhas podendo ser percebida em diferentes linguagens sonoras, mas principalmente na presença dos instrumentos de sopros (flautas nativas)  nas percussões do maracás, apitos, chocoalhos, sementes e tambores.

A música indígena brasileira é  rica e é sobretudo uma música vocal. A maioria dos povos indígenas associa sua música ao universo transcendente e mágico, empregando o som e o verbo em seus rituais. Na batida dos pés eles dão ritmo aos  coros. Os cantos buscam a comunicação com o divino mas também com sociedade, sua  tribo, país, aldeia global.

A tradição musical indígena não é um objeto de antiquário, é algo vivo e sempre em mutação, sendo constantemente praticada e renovada, incorporando até mesmo material não-índio, ainda que mantenha seus valores e formas essenciais preservados, e é uma vitrine de suas visões de mundo, cristalizadas em formas sonoras. Esta música originária e ancestral  vem sofrendo diversas modificações melódicas com introdução do violão e outros instrumentos de origem não indígena e o aprendizado da língua portuguesa.

Resta uma pergunta afinal: O que é musica indígena? Aquela de origem  ancestral sem influência da musicalidade branca ou também toda música produzida pelos indígenas  influenciada por suas heranças ancestrais?

Deixe o seu comentário:

https://pt.wikipedia.org/wiki/M%C3%BAsica_ind%C3%ADgena_brasileira

Conheça  ainda a Radio Yandê  que só toca musica indígena

http://radioyande.com/

Mais  sobre  a  história

http://musicabrasileira.webnode.com.br/estilos-musicais-brasileiros/musica-indigenas/

CD Transformando a tradição de Ninawa na Loja Cipó 

Conheça  expressões atuais de  música indígena atual

crowdfunding

Txaná Dasu – Campanha Entra na Mata

julho 29, 2017

Meu nome é Txaná Dasu nascido no dia 10/08/1986 na terra indígena Humaitá em local no centro da aldeia. Aonde meus pais moravam e desde criança fui recebendo os conhecimentos dos mais velhos anciãos da aldeia. Me ensinaram sobre a dança, a cantoria as histórias e outras atividades da cultura e ao longo da minha caminhada fui me despertando para o mundo da música espiritual do meu povo e hoje minha mensagem é semeia a paz pelo mundo honro a minha tradição. Sou um artista de coração e amo a minha profissão tenho o meu trabalho uma aliança de amor e gratidão. Para mim  gravar  meu próprio CD profissional é um grande sonho pois sinto que música é o meu caminho.

Meu primeiro  CD entra  na  Mata esta  sendo produzido pela  cantora Miriam Maria (ex-Orquídea  selvagem) e por Ivini Ferraz  diretora da Cipó Records e conta com a participação de  músicos profissionais como Simone Sou (Chico César) e do pajé Ninawa, pai da mata.

Estamos gravando  7  canções de  minha autoria e  3 da  tradição Hunikuin. Precisamos  arrecadar

Precisamos de R$9.600 para  finalizar o CD e prensar 1.000 cópias.

Estamos aceitando doações a partir de R$50,00,  dando um CD digital e outro fisico para todos que  nos ajudarem. Estaremos oferecendo algumas prendas especiais para quem apoiar com mais de R$1.000,00. São elas:

De R$1.000,00  à  R$3.000,00: Estarei oferecendo um atendimento / ritual individual e agradecimentos e 20 cópias do CD;

+ R$3.000:  2  trabalhos de cura  com medicinas da  floresta e participação em todos os  meus  rituais coletivos  no período de 1 ano, 30 CDs;

+ de R$5.000 3 atendimentos  individuais e  participação em todos os  meus  rituais coletivos  no período de 2 anos e  50 Cds;

O apoio ao CD Entra na Mata pode ser parcelado em mensalidades

Mais informações entrar em contato com ciporecords@gmail.com

Conta para depósito

Bradesco

3090

c/c 1161-4

CPF 263.866.798-65

Ivini Ferraz (produtora  responsável)

Artigos musicais

Om – O poder dos Mantras – Cipó Records

abril 25, 2017

Ao longo dos anos, os ocidentais que chegaram ao oriente tentaram explicar porque os mantras produzem os efeitos esperados. John Blofeld, pesquisador que estudou por dentro as culturas indiana e chinesa, notou que não é necessário saber o significado das palavras ditas. Alguns psicólogos ocidentais defendem que o mantra possui uma energia sonora que movimenta outras energias que envolvem quem o entoa. Blofeld observou que não importa a correção da pronúncia, ele encontrou o mesmo mantra entoado de forma muito diferente em países diversos, e sempre produzindo os efeitos esperados.

Read more
Artigos musicais Shows

Saravasti festival no Ceará leva musica espiritual para o nordeste

março 27, 2017

Serão 2 dias de imersão nas vibrações mágicas da música devocional em Guaramiranga-CE.

O festival Sarasvati 2017 será realizado no Sítio Ingá, na serra de Guaramiranga-CE, nos dias 29 e 30 de abril, mesmo fim de semana do feriadão de 1º de maio.
A programação contará com os shows devocionais dos cantores MARIE GABRIELLA (SP) e ALE DE MARIA (SC), dois dos maiores expoentes da música de Luz brasileira. Ambos farão show completo e em sintonia com a promoção de seus novos discos. Ale de Maria se apresenta dia 29 e a Marie dia 30.

Read more
Shows

Festival da SupraConsciência – Parceria Cipó Records

fevereiro 10, 2017

Serão quatro dias e quatro noites de festival, com atividades ao ar livre, meditações, workshops, terapias, massagens, caminhadas, vivências na natureza, feira de artesanato, alimentação natural, palestras e apresentações musicais. Com uma programação especialmente elaborada para despertar em essência a SupraConsciência de Unidade.

Read more