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Giovani Di Ganzá

O músico paulistano trabalha profissionalmente com composição de trilha para grupos cênicos que se dedicam, na exploração sonora das diversas arquiteturas da musicalidade afro-brasileira, a trabalhos que têm em comum um laço cultural de resistência e quebras de fronteiras. Na área teatral, atua como interprete musico e/ou diretor musical de diversas companhias de teatro das quais se destacam: os Crespos, grupo Pé de moleque, grupo Clariô, Núcleo Bartolomeu de depoimentos e Pombas urbanas.

Foi responsável pela direção musical e composições da opereta intitulada “LogunEdé – uma pequena Yorubópera” pelo grupo Pé de moleque, essa ópera lhe rendeu indicação entre os finalistas ao prêmio Femsa Coca Cola na categoria musica originalmente composta. Seu trabalho autoral mais recente foi a realização de um Réquiem afro intitulado “Mukondo Lírico – funeral para Zumbi, seus medos e festas”, obra-projeto contemplada pelo edital Funarte de arte negra).

A partir de pesquisas e vivencias na música afro-brasileira, é responsável pela formação ou participação de tais grupos musicais: Abanã Orin e Abanã Runsó (grupo de música étnica sacra afro-brasileira), Clarianas (grupo de música afro-indigena), Duo Raiza Ganzá (música de câmara de raiz popular) e Stereotupi (música urbana de raiz popular).